
Os estados, os municípios e o Distrito Federal poderão pegar mais crédito sem garantia da União. Em reunião extraordinária nesta terça-feira (5), o Conselho Monetário Nacional (CMN) remanejou os limites de crédito disponíveis para os governos locais em 2026.
A medida não aumenta o total de recursos autorizados, mas redistribui os valores para facilitar o acesso a empréstimos, especialmente aqueles sem garantia da União.
Com a decisão, governos locais terão mais espaço para contratar crédito diretamente com bancos, sem depender do aval do governo federal.
O limite total de crédito permitido para o setor público em 2026 continua o mesmo: R$ 23,625 bilhões. A mudança foi interna, ajustando como esse valor é dividido.
O principal ponto foi o aumento do limite para operações sem garantia da União, que passou de R$ 4 bilhões para R$ 5 bilhões.
Esse tipo de operação costuma ser mais ágil, pois não depende de aprovação federal, mas exige maior capacidade de pagamento por parte dos estados e municípios.
Para aumentar esse limite, o governo remanejou recursos de outras áreas dentro do mesmo orçamento:
Ou seja, não houve aumento de gastos, apenas uma redistribuição dos valores já existentes.
Alguns limites importantes foram mantidos:
O objetivo da medida é atender à demanda crescente por crédito direto por parte de estados e municípios, permitindo:
A decisão entra em vigor após publicação oficial e faz parte da gestão anual dos limites de endividamento do setor público.
Economia Durigan diz que aumento da dívida decorre dos juros, não dos gastos
Economia Em nova redução, Copom baixa taxa Selic para 14% ao ano
Economia Copom inicia reunião que definirá taxa básica de juros
Economia Ajuda internacional sofre corte de 23,1% em 2025, o maior da história
Economia Emissão de notas fiscais com CBS e IBS começa nesta segunda-feira
Economia Copom inicia nesta terça reunião para definir taxa básica de juros 
Mín. 22° Máx. 27°
Mín. 23° Máx. 27°
Chuvas esparsasMín. 23° Máx. 27°
Chuvas esparsas

